
Patrícia Barros
A professora Angela Lima Peres, docente titular da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas (Uncisal), participou como integrante da comissão julgadora de um concurso público para provimento de um cargo de Professor Doutor no Departamento de Engenharia de Computação e Sistemas Digitais da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo.
O processo seletivo ocorreu entre os dias 23 e 26 de fevereiro, na Universidade de São Paulo (USP), uma das mais importantes instituições de ensino superior da América Latina. A vaga em disputa foi destinada à especialidade “Redes de Computadores”, área estratégica dentro da engenharia e da tecnologia da informação.
Além da professora Angela Lima Peres, a comissão julgadora foi composta por pesquisadores e docentes de diferentes instituições de ensino superior do país. A presidência ficou a cargo do professor Jorge Rady de Almeida Junior, da Escola Politécnica da USP. Também integraram a banca Cecília de Azevedo Castro Cesar, do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA); Fabio Kon, do Instituto de Matemática e Estatística da USP; e Roberto Sadao Yokoyama, da Universidade Federal do ABC (UFABC).
A participação da docente alagoana em um processo seletivo de alto nível acadêmico reforça o reconhecimento de sua trajetória na área de ensino e pesquisa. Na Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas (Uncisal), Angela Lima Peres atua como professora titular, além de integrar o corpo docente do Mestrado Profissional em Ensino em Saúde e Tecnologia.
A professora também coordena o Eixo de Pesquisa que integra os cursos de Enfermagem, Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional, contribuindo para o desenvolvimento de pesquisas interdisciplinares na área da saúde e tecnologia.
Para Angela Lima Peres, a participação na comissão julgadora representou uma oportunidade de intercâmbio acadêmico e de contribuição para o fortalecimento da pesquisa no país. “Participar de uma banca de concurso em uma instituição como a USP é uma experiência muito enriquecedora. É um momento de troca científica, de avaliação criteriosa de trajetórias acadêmicas e também de fortalecimento das redes de colaboração entre pesquisadores e universidades brasileiras”, destacou a professora.
Segundo ela, a experiência também contribui para ampliar o diálogo entre diferentes instituições de ensino superior, promovendo a integração entre centros de pesquisa e formação acadêmica em diversas áreas do conhecimento.
