A Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas (Uncisal) seguirá nesta quarta-feira (31/05) o cronograma de implantação da telefonia fixa com a tecnologia WLL (Wireless Local Loop - acesso remoto sem fio) nas seguintes unidades da Uncisal: CER III, SVO E CPML.
O subgestor de Telefonia da Uncisal, Afrânio Jorge da Silva, informou que nesta segunda etapa serão entregues 22 aparelhos e chips às unidades, que devem solicitar ao técnico responsável pela área para realizar a configuração. A evolução da tecnologia sem fio, originalmente destinada aos serviços móveis, é uma solução para o problema atual de segurança pública e furto de pares metálicos em cobre. Com a tecnologia WLL, esse sistema de rede de cabos (ópticos ou metálicos) não será mais utilizado para a telefonia fixa.
“Queremos agradecer à ASSTEL - Assessoria de Telecomunicação da Amgesp - pelo empenho nesta implantação. Sempre contamos com eles pra tudo”, afirmou Afrânio Jorge. Segundo ele, a Maternidade Escola Santa Mônica foi a primeira unidade assistencial a receber os novos aparelhos. A terceira fase terá início assim que a Uncisal receber os novos equipamentos.
Afrânio Jorge, subgestor de Telefonia da Uncisal
Como funciona o WLL da OI?
O nome WLL significa Wireless Local Loop (acesso remoto sem fio), onde um equipamento de rádio é ligado ao aparelho telefônico do assinante. Este equipamento troca informações com uma estação de rádio, que converte os sinais de rádio em sinais compreendidos pela central telefônica.
O que é sistema WLL?
O WLL é uma nova tecnologia de comunicação sem fio que surge como uma alternativa viável para o atendimento da grande demanda por telefones convencionais, existente no mercado brasileiro atual.
Este novo sistema é transparente para o usuário, pois para ele seria como se estivesse utilizando um telefone fixo comum. A única diferença é o meio de interligação dos aparelhos comuns com as centrais. O WLL utiliza o ar através de ondas, ao passo que o sistema atual utiliza uma complexa e cara rede de cabos (ópticos ou metálicos), esbarrando sempre no problema atual de segurança pública e furto de pares metálicos em cobre.
