
Danielle Cândido
A tuberculose é uma doença infecciosa transmissível principalmente entre a população mais vulnerável. Diante deste cenário, a Campanha de Combate à Tuberculose é tema da edição de março do projeto Interação, que acontece nesta quarta-feira (20/03), às 9h, na sala de espera do Ambulatório de Especialidades da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas (Ambesp/Uncisal). A iniciativa tem o objetivo de reforçar a importância de medidas de prevenção, diagnóstico e tratamento correto da doença.
Para falar sobre o assunto, duas palestras integram a programação do projeto Interação. A primeira, com o título “Tuberculose tem cura”, será ministrada por Keily Silva, médica residente em Infectologia do Hospital Escola Helvio Alto. Ela vai abordar sobre o conceito de tuberculose, dados estatísticos sobre a doença em Alagoas, as formas de prevenção, sintomas e tratamento, além dos serviços de atendimento para os pacientes.
No segundo momento do projeto, a assistente social do Ambesp, Agda Alves Soares, ministra a palestra com o tema “Proteção social para a pessoa com tuberculose". A proposta é apresentar que a proteção social – a inclusão social, a garantia de acesso aos direitos sociais e humanos, o enfrentamento da pobreza e a expansão de ações relacionadas à educação, ao trabalho, à habitação e à seguridade social – são fundamentais para o controle da tuberculose.
Para a enfermeira do Ambesp, Denise Ramos, autora do projeto Interação em parceria com a assistente social Luiza Freitas, supervisora geral do Ambesp, a iniciativa trata-se de uma sala de espera humanizada que transforma o tempo ocioso do paciente, enquanto ele espera pela consulta, em um espaço de informação. “A sala de espera do Ambesp representa um espaço de promoção da saúde e prevenção da doença, pautado por políticas públicas de intersetorialidade, para humanizar o serviço”, explicou Denise Ramos.
Interação - O projeto Interação tem o objetivo de fortalecer o vínculo e o acolhimento aos usuários que comparecem ao serviço; reduzir o estresse e a ansiedade dos usuários que ficam na sala de espera, aguardando a consulta; abrir espaço para escuta e diálogo dos pacientes, de forma que eles possam expressar suas dúvidas, seus medos; proporcionar esclarecimentos e orientações em saúde a partir de palestras educativas e ações em saúde.
